A imaginação e a recriação de memórias no processo criativo de uma atriz: o monólogo “Retalhos”

Autores

  • Bárbara Souza Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Resumo

O presente trabalho parte de um estudo prático da atriz e autora do texto, com base no desenvolvimento de seu monólogo “Retalhos”, inspirado na vida e no universo particular de sua avó materna, que há anos sofre com a doença de Alzheimer. No processo criativo do espetáculo, a memória é criação que auxilia na composição de personagem e dramaturgia. Ela é recriada desde a preparação até o improviso. Nesse percurso, a imaginação é o fio condutor do processo, onde ela se desenvolve e é ampliada ao longo da preparação da atriz. A reflexão teórica é acompanhada por alguns conceitos de imaginação e memória do neurocientista Ivan Izquierdo e do psicanalista Sigmund Freud; assim como pelo pensamento das artistas contemporâneas Luisa Dalgalarrondo, Ana Clara Amaral, Patricia Leonardelli e Melissa Lopes, acerca  desses elementos em processos.

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Publicado

28-06-2021

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